Na manhã do dia 18 de Junho, o Instituto Confúcio da Universidade Eduardo Mondlane realizou, com sucesso, a atividade cultural do Festival do Barco-Dragão 2026, sob o tema “Celebrar o Duanwu, partilhar a amizade entre a China e Moçambique”. O evento contou com a presença da Embaixadora da China em Moçambique, Zheng Xuan, do Presidente do Grupo Parlamentar de Amizade Moçambique-China, Sérgio Pantie, do Diretor para Ásia e Oceânia do Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Moçambique, José Matsinha, do Vice-Reitor da Universidade Eduardo Mondlane, Mohsin Mahomed Sidat, bem como de professores, estudantes e convidados, reunindo mais de duzentos participantes.

                                      

Durante a cerimónia de abertura, a Embaixadora Zheng Xuan destacou que o Festival do Barco-Dragão foi a primeira festividade tradicional chinesa inscrita na lista do Património Cultural Imaterial da UNESCO. No contexto do Ano de Intercâmbio Cultural entre a China e África e do Dia Internacional do Diálogo entre Civilizações, a Embaixadora sublinhou a importância de promover o diálogo cultural e aprofundar o conhecimento mútuo entre os povos chinês e moçambicano. Por sua vez, o Vice-Reitor Mohsin Mahomed Sidat agradeceu o apoio contínuo da Embaixada da China ao desenvolvimento do Instituto Confúcio da UEM e reafirmou o compromisso da universidade em apoiar o ensino da língua chinesa e os intercâmbios culturais entre Moçambique e a China.

                                        

Após a cerimónia, professores e estudantes do Instituto Confúcio apresentaram uma dança de inspiração clássica chinesa, que recebeu calorosos aplausos do público. Em seguida, os participantes tiveram a oportunidade de vivenciar diversas tradições associadas ao Festival do Barco-Dragão, incluindo a confeção de zongzi, a pintura de leques com técnica de marmorização, a produção de sachês aromáticos, o jogo tradicional touhu, bem como a criação de pulseiras coloridas e objetos artesanais. O Instituto Confúcio preparou ainda iguarias típicas chinesas, como zongzi, rolinhos primavera e noodles salteados, permitindo aos participantes experimentar também os sabores da cultura chinesa.

                                      

A atividade proporcionou uma experiência cultural rica e envolvente, apresentando de forma viva o encanto das festividades tradicionais chinesas e reforçando os laços de amizade entre os povos da China e de Moçambique. O Instituto Confúcio da Universidade Eduardo Mondlane continuará a promover atividades culturais diversificadas, contribuindo para o aprofundamento do intercâmbio humanístico e da compreensão mútua entre os dois países.